As melhores formas de comprar Bitcoin

PUBLICADO EM 12 de abril de 2023

POR cptnadm

As melhores formas de comprar Bitcoin
As melhores formas de comprar Bitcoin

Nem só de Coinbase ou Binance vivem os criptonoias! Aqui, vamos falar um pouco mais sobre as formas mais comuns de comprar seus Bitcoins.

Bom, você já sabe o que é Bitcoin e como ele funciona através da blockchain. Agora, deve estar se perguntando como que faz para comprar essa belezinha, certo? 

Para quem está começando a entender do assunto, pode até parecer um pouco complicado, mas a verdade é que fica muito mais fácil quando você vai com calma e define etapas. Isso mesmo: tem que fazer igual ao Jack, o Estripador, e ir por partes. Há várias coisas que você vai precisar para começar, como: 

  • uma conta de troca de criptomoedas;
  • documentos pessoais, se você estiver usando uma plataforma Know Your Customer (KYC);
  • uma conexão segura com a internet;
  • um método de pagamento;
  • uma carteira pessoal. 

Se você for por esse caminho, existem várias opções para fazer compras, trocas ou investimentos em Bitcoin. Aqui, vamos falar sobre as principais delas! Vem com a gente, noia.

Passo #1: escolhendo um serviço ou local de negociação de Bitcoin

O primeiro passo para comprar Bitcoin é escolher um serviço ou local de negociação de criptomoedas. Os serviços e locais de negociação populares para a compra de criptomoedas incluem sites de negociação (ou exchanges), outros serviços de pagamento e corretoras. Destes, as exchanges de criptomoedas são a opção mais conveniente – porque oferecem uma variedade de recursos e mais criptomoedas para negociação.

Existem muitos tipos de trocas de criptomoedas. Como o próprio conceito de Bitcoin é sobre descentralização e soberania individual, algumas exchanges permitem que os usuários permaneçam anônimos e não exigem que insiram informações pessoais. Essas exchanges operam de forma autônoma e são tipicamente descentralizadas, o que significa que não possuem um ponto de controle central.

Embora esses sistemas possam servir a propósitos, bem, não tão legais assim, eles também podem fornecer serviços para a população mundial sem conta bancária – como refugiados ou aqueles que vivem em países com pouca ou nenhuma infraestrutura econômica. É uma faca de dois gumes, como quase tudo no mundo.

No momento, no entanto, as exchanges mais populares não são descentralizadas e seguem leis que exigem que os usuários enviem documentação de identificação. Nos Estados Unidos, essas exchanges incluem: 

  • Coinbase;
  • Kraken;
  • Gemini;
  • FTX;
  • Binance.US;
  • Dentre outras. 

Como funcionam esses serviços, noias?

O universo cripto cresceu muito na última década, com muitos novos tokens competindo pela sua grana. Com exceção do Bitcoin e certas moedas proeminentes, como o Ethereum, nem todos esses tokens estão disponíveis em todas as exchanges

Cada bolsa tem seu próprio conjunto de critérios para determinar se deve incluir ou excluir a negociação de determinados tokens.

Coinbase, Kraken e Gemini oferecem Bitcoin e um número crescente de altcoins. Esses três são provavelmente as rampas de acesso mais fáceis para cripto. 

A Binance atende a um trader mais avançado, que já manja dos paranauê e sabe o que quer. A plataforma oferece uma funcionalidade de negociação mais séria e uma melhor variedade de opções de altcoins. 

A FTX, que conquistou uma avaliação multibilionária, oferece um número restrito de altcoins para investidores dos EUA. No entanto, os traders fora dos EUA têm uma maior variedade de tokens em sua plataforma (foda ser brasileiro, mas ao mesmo tempo tem lá suas vantagens bem às vezes, né).

Uma coisa importante a ser observada ao criar uma conta de troca de criptomoedas é usar práticas seguras de Internet. Isso inclui autenticação de dois fatores e uma senha longa e exclusiva, com uma variedade de letras minúsculas e maiúsculas, caracteres especiais e números.

Etapa #2: as opções de pagamento para comprar Bitcoin

Depois que você criar a sua conta e a exchange verificar sua identidade, você terá que conectar uma opção de pagamento. Na maioria das trocas, você pode conectar sua conta bancária diretamente ou um cartão de débito ou crédito. 

DICA IMPORTANTE AQUI: embora você possa usar um cartão de crédito para comprar criptomoeda, não é uma boa ideia – porque a volatilidade do preço da criptomoeda pode inflar o custo total da compra.

Alguns bancos podem questionar ou até mesmo interromper depósitos em sites ou exchanges relacionadas a criptomoedas. É uma boa ideia verificar se o seu banco permite depósitos na ferramenta escolhida! Além disso, existem taxas variadas para depósitos através de uma conta bancária, cartão de débito ou crédito. É importante pesquisar os valores e tributos associados a cada tipo de pagamento para ajudar a escolher qual opção funciona melhor para você.

As exchanges também cobram taxas por transação. Essas taxas podem ser uma taxa fixa (se o valor da negociação for baixo) ou uma porcentagem do valor da negociação. Os cartões de crédito incorrem em uma taxa de processamento além das taxas de transação.

Passo #3: faça o seu pedido!

Vai um Bitcoin com batatinha e refri?

Atualmente, as exchanges de criptomoedas chegaram a um ponto em que têm quase o mesmo nível de recursos que suas contrapartes das corretoras de ações. Elas já oferecem vários tipos de pedidos e maneiras de investir. Quase todas as exchanges de criptomoedas oferecem ordens de mercado e de limite, e algumas também oferecem ordens de stop-loss. Das exchanges mencionadas acima, a Kraken é a que conta com mais tipos de pedidos. 

Além de uma variedade de tipos de pedidos, as bolsas também oferecem maneiras de configurar investimentos recorrentes, permitindo que os clientes calculem o custo médio em seus investimentos de escolha. A Coinbase, por exemplo, permite que os usuários definam compras recorrentes todos os dias, semanas ou meses.

Etapa #4: armazenando seu Bitcoin com segurança

Como ninguém quer perder a grana investida, pensar em um jeito seguro de guardar suas moedas é fundamental. As carteiras de Bitcoin e criptomoedas são um lugar para armazenar ativos digitais com mais segurança – e isso garante que somente você vai ter controle sobre a chave privada de seus fundos. Isso também dá a você a capacidade de armazenar fundos longe de uma troca, evitando o risco de invasões e perdas.

Embora a maioria das exchanges ofereça carteiras para seus usuários, a segurança não é seu principal negócio. Geralmente, a gente não recomenda o uso de uma carteira de câmbio para grandes quantias ou a longo prazo!

Quando se trata de escolher uma carteira Bitcoin, você tem várias opções. A primeira coisa que você precisa entender sobre carteiras criptográficas é o conceito de carteiras quentes (carteiras online) e carteiras frias (carteiras de papel ou hardware).

Carteiras quentes

As carteiras online também são conhecidas como carteiras quentes. Hot wallets são carteiras executadas em dispositivos conectados à internet, como computadores, telefones ou tablets. Embora uma carteira quente possa ser muito conveniente na maneira como você pode acessar e fazer transações com seus ativos rapidamente, armazenar sua chave privada em um dispositivo conectado à internet o torna mais suscetível a um hack.

Carteiras frias

A descrição mais simples de uma carteira fria é que ela não está conectada à internet e, portanto, corre um risco muito menor de ser comprometida. Essas carteiras também podem ser chamadas de carteiras offline ou carteiras de hardware. Elas armazenam a chave privada de um usuário em algo que não está conectado à internet e podem vir com softwares que funcionam em paralelo para que o usuário possa visualizar seu portfólio sem colocar sua chave privada em risco.

Um tipo mais comum de carteira fria é uma carteira de hardware – normalmente é um dispositivo de unidade USB que armazena as chaves privadas de um usuário com segurança offline. 

Outras maneiras de comprar Bitcoin

Caixas eletrônicos de Bitcoin

Os caixas eletrônicos de Bitcoin funcionam como trocas pessoais – os indivíduos podem inserir dinheiro em uma máquina e usá-lo para comprar Bitcoin. Depois disso, a moeda é transferida para carteiras online para usuários. Os caixas eletrônicos de Bitcoin já são bem populares lá fora, e até o Walmart Inc. (WMT) está testando um programa piloto para oferecer o serviço. 

No entanto, os caixas eletrônicos são uma opção cara. Existem duas cobranças associadas às compras de bitcoin em caixas eletrônicos: uma taxa de compra e uma taxa de conversão para converter uma moeda fiduciária em Bitcoin. Ambas as taxas são bastante altas em comparação com as de outras opções. Por exemplo, a taxa média mundial de compra em caixas eletrônicos Bitcoin é de 8,4% (do valor da compra) e 5,4% para vendas em caixas eletrônicos.

Trocas peer-to-peer (P2P)

Ao contrário das trocas descentralizadas, que combinam compradores e vendedores anonimamente e facilitam todos os aspectos da transação, existem alguns serviços de troca ponto a ponto (P2P) que fornecem uma conexão mais direta entre os usuários. LocalBitcoins é um exemplo dessa troca. 

Depois de criar uma conta, os usuários podem postar solicitações para comprar ou vender bitcoin, incluindo informações sobre métodos de pagamento e preços. Os usuários então navegam pelas listas de ofertas de compra e venda, escolhendo os parceiros comerciais com os quais desejam negociar.

LocalBitcoins facilita alguns aspectos do comércio. Embora as exchanges P2P não ofereçam o mesmo anonimato que as exchanges descentralizadas, elas permitem aos usuários a oportunidade de fazer o melhor negócio. Muitas dessas bolsas também fornecem sistemas de classificação para que os usuários tenham uma maneira de avaliar potenciais parceiros comerciais antes de realizar transações!

Corretoras tradicionais

Algumas poucas corretoras tradicionais oferecem recursos de compra e negociação de Bitcoin em forma de fundos de investimento. Eles são uma forma de investir indiretamente nas criptomoedas. Até o último trimestre de 2021, os investidores já contavam com 19 fundos de cripto, com 184,76 mil cotistas e mais de R$ 2.667 bilhões em ativos sob gestão, segundo a Valor Investe.

Algumas das principais gestoras para procurar caso você escolha por essa modalidade são a BLP, a Hashdex, a Vitreo ou a BTG Pactual. A última conta com um investimento mínimo de um real (isso aí, só um real), e pode ser uma boa para quem quer começar – mas não deseja se arriscar tanto. 

E aí, curtiu saber mais sobre a compra de Bitcoin? Ficou com alguma dúvida? Fala com a gente aqui nos comentários e não esquece de nos seguir lá nas redes. 

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